Coimbra e chega.

Lembrei-me de falar de Coimbra. Tinha que ser. Será sempre a cidade. Porquê? Foi aqui que aprendi a não ter medo, foi aqui me expus de várias maneiras. O impossível, antes. Aqui cresci, mas de uma tal maneira. É a minha segunda casa, mas sinto que é como se fosse a primeira. Faz parte de mim.

Neste post não vou falar de todo de sítios que existem para visitar, porque isso, existem MUITOS. Até demasiados. Muitos vezes comparei a minha universidade a um zoológico, sendo que os turistas vêm ver os animais nas suas jaulas, a andarem de um lado para o outro de pasta na mão. Repararam que em cima usei “minha”? Não era necessário, mas o orgulho fala mais alto. Só quem está é que percebe. Só quem está é que sente. Não é mais uma, é a minha.

Ainda vou a meio desta experiência, de viver longe, de ter uma liberdade nunca tida antes. E se voltasse atrás? Não mudava nada, nem um ponto, nem uma vírgula. Porque foi o que me fez chegar até aqui. Foi o que me fez amadurecer. Aqui tudo aconteceu. Já para não falar de que o mais um, menos comum nasceu aqui. É o seu lar, e que lar bonito. Tudo é história, tudo é sentimento, tudo é espirito académico, tudo é maravilhoso. E as pessoas? Ai que “coimbrinhas” bons.

Segredos desta cidade levo comigo para a vida“. Único e especial.

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