Esta porra de ilha é linda: Cabo Verde.

Bem, vou vos contar a experiência MARAVILHOSA que tive em Cabo Verde. Foi por volta do mês de Setembro de 2018, durante cerca de 6/7 dias. Como a viagem foi oferecida pela Oásis, a minha família e eu ficamos alojados em dois Resorts, no Belohorizonte e, depois, no Oásis Salinas.  Ambos são fantásticos, estando encostados lado a lado, a dois passos da praia. Melhor? Impossível! Visto que quando procuramos sítios paradisíacos como este, o objetivo é relaxar e aproveitar para descansar.

O Belohorizonte está avaliado com um ranking de 4 estrelas, sendo constituído por 3 piscinas e tendo um espaço enorme de lazer. Considero-o bastante familiar, e por isso optamos por ficar lá as primeiras duas noites. Nos primeiros dias de viagem não fizemos nada mais do que aproveitar o sol.

Nas seguintes noites ficamos alojados no Salinas, este é um hotel de 5 estrelas, no entanto, não é tão grande como o Belo, mas claro que tem as suas qualidades. Apesar de ter apenas uma piscina, os quartos são mais modernos e o buffet tem mais escolha, sendo que todos os dias o tema das iguarias muda, passando por culturas diferentes, o que torna a coisa bem engraçada. Ao fim do jantar segue-se uma bebida nos bares que existem; um desses foi construído apenas em madeira e é situado à beira mar, e o outro tem um espetáculo de dança e de música todas as noites.

Ao longo da nossa estadia fomos conhecendo a cultura dos cabo-verdianos, bem como alguns locais que deixam qualquer pessoa boquiaberta.

 Começamos por ir visitar os tubarões. Tubarões pequenos a andarem de volta dos nossos pés (a água era tão quente!), foi sem dúvida uma experiência que tão cedo, com certeza, não vou voltar a repetir.

Depois seguimos caminho para as salinas, nas quais se tem a oportunidade de mergulhar em águas muito salgadas, tão salgadas, que se consegue flutuar. A sua vista é incrível, sendo marcada por imensos tons em castanho.

E por fim fomos visitar a Buracona: o “olho azul”. Os locais avisaram-nos para termos cuidado e não nos deixarmos enfeitiçar, pois isso levaria-nos a cair!

Não poderia terminar este post sem falar do Jimmy. O Jimmy é um rapaz incrível com um talento e-n-o-r-m-e! Ele pinta quadros e vende-os à beira praia para poder comer. Tem quadros para todos os gostos e são lindos de morrer. A minha mãe não resistiu e trouxe dois.

Muitas das vezes abordava-nos dizendo: “fecha os olhos e abre a mão”, “O que é?” (dizia eu), respondia-me com um gesto simples, mas amoroso. Uma pequena tartaruga de pedra, moldada à mão…

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